20/11/2009
Quem sou eu para falar de amor se o amor me consumiu até a espinha?
Dos meus beijos que falar, dos desejos de queimar
E dos beijos que apagaram os desejos que eu tinha
Quem sou eu para falar de amor
Se de tanto me entregar nunca fui minha
O amor jamais foi meu, o amor me conheceu
Se esfregou na minha vida e me deixou assim
Homens, eu nem fiz a soma de quantos rolaram no meu camarim
Bocas chegavam a Roma passando por mim
Ela de braços abertos, fazendo promessas
Meus deuses, enfim!
Eles gozando depressa e cheirando a gim
Eles querendo na hora,
Por dentro, por fora
Por cima e por trás
Juro por Deus, de pés juntos que nunca mais
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